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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Aprendo a ensinar - Sendo o melhor para ter o melhor...Simples!

Crianças são naturalmente curiosas e têm um desejo inato de aprender sozinhas sobre o mundo a sua volta.

Foi pensando assim que elegi dois livros de cabeceira  - John Holt, 'How Children Learn' ('Como as Crianças Aprendem') e CRIANÇA BRINCANDO! QUEM A EDUCA? - Luiza Lameirão - que além de serem muito leves, divertidos e completamente compatíveis com o meu pensamento anti-consumista, anti-formada de gênios aos 3 anos de idade e anti-sufocadora de personalidade dos filhos, querendo colocar sobre eles o desejo de serem " brinquedos e marionetes fantasiadinhos para os pais, fotos e para os outros verem"  - bleeeaahh detesto gente desse tipo!

Todos sabem, sou mãe bicho, mãe de sangue mesmo...Leoa...

Seguem alguns aspectos abordados nos seguintes livros  - vale a pena ler (Caso você seja uma mãe com bastante inteligência emocional):

CRIANÇA BRINCANDO! QUEM A EDUCA? - Luiza Lameirão


Luiza Lameirão apresenta neste livro, de forma simples e poética, sua compreensão sobre os primeiros sete anos de vida das crianças, período tão fundamental pelas conquistas que são adquiridas nesta fase, e por suas repercussões ao longo de todo o desenvolvimento posterior do ser humano. Uma leitura imprescindível a educadores em geral e todos os que se vinculam à infância.


Sobre a autora:


Luiza Lameirão é formada em Pedagogia pela USP, trabalhou inicialmente como professora de crianças pequenas e é uma das responsáveis pelo Centro de Formação de professores Waldorf (Sistema escolhido para a educação do meu filho), em São Paulo.





John Holt, em seu livro 'How Children Learn' ('Como as Crianças Aprendem'),

descreve o estilo natural de aprendizagem das crianças pequenas:


"A criança é curiosa. Ela quer compreender as coisas, descobrir seu funcionamento, desenvolver habilidades e obter controle sobre si mesma e seu ambiente, além de fazer tudo o que ela vê os outros fazerem. Ela é aberta, perceptiva e empírica. Ela não se limita a observar. Ela não se fecha para o mundo estranho e complicado à sua volta, ela o degusta, toca, ergue, dobra, quebra. Para descobrir como a realidade atua, a criança atua sobre a realidade. Ela é audaciosa. Ela não tem medo de errar. E ela é paciente. Ela pode tolerar um grau incrível de dúvida, confusão, ignorância e suspense... A escola não é um lugar que ofereça muito tempo, oportunidade ou recompensa por esse modo de pensar e de aprender da criança"(2).



Crianças conhecem o melhor modo de aprender alguma coisa.


Se deixarmos por sua conta, as crianças sabem instintivamente qual método funciona melhor para elas. Pais zelosos e atentos logo aprendem a confiar nesse conhecimento. Eles dizem para o bebê: "Oh! que interessante, você está aprendendo a descer as escadas engatinhando de costas!" Eles não dizem: "Assim está errado". Pais perceptivos sabem que há vários modos de se aprender a mesma coisa e confiam na escolha da criança.

Crianças precisam ficar muito tempo sossegadas para pensar.

Pesquisas mostram que a criança que fantasia bem, aprende melhor e tem mais facilidade para lidar com a frustração do que aquela que já perdeu essa capacidade. Mas fantasiar requer tempo, e o tempo é um dos valores mais ameaçados de nossas vidas. A programação intensiva no horário escolar e mais atividades extracurriculares não deixam muito tempo para a criança sonhar, pensar, encontrar soluções para os problemas e enfrentar situações de estresse, além de suprir a necessidade universal de solidão e privacidade.

 
Crianças não temem reconhecer sua ignorância e cometer erros.

 
John Holt observou que quando convidava crianças em idade pré-escolar para tocar seu violoncelo, elas aceitavam imediatamente; crianças maiores e adultos sempre recusavam.

 
Crianças escolarizadas em casa, que não são intimidadas pela exposição pública e por notas baixas, mantêm-se abertas para explorar o novo. As crianças aprendem perguntando, e não respondendo às perguntas dos outros. Pré-escolares fazem muitas perguntas e escolares também - mas só até a terceira série. A essa altura muitos já aprenderam o triste fato de que na escola é mais importante proteger-se, escondendo a própria ignorância, do que tentar entender melhor um assunto - por mais curioso que se esteja.



As crianças têm prazer em aprender as coisas por seu próprio valor intrínseco.

 
Não é necessário motivar as crianças com recompensas exteriores, como notas altas ou estrelinhas no caderno, que sugerem à criança que a atividade em si deve ser difícil ou desagradável. (De outro modo, porquê iriam lhe oferecer uma recompensa que não tem nada a ver com o assunto? ) Pais sensatos dizem: "Vejo que você aprecia mesmo esse livro!" e não "Se você terminar de ler o livro, vai ganhar um doce".

 
As crianças aprendem melhor a se relacionar com outras pessoas, convivendo com gente de todas as idades.


Os pais não dizem para um filho pequeno: "Você só vai ficar com crianças que tenham até seis meses de diferença de idade com você. Aqui está outra criança de dois anos. Vocês podem olhar um para o outro, mas não se falem!"

John Taylor Gatto, eleito Professor do Ano do estado norte-americano de Nova York, afirma: "É absurdo, é anti-vida... sentar confinados com pessoas exatamente da mesma idade e classe social. Esse sistema consegue alienar-nos da enorme diversidade da vida" (3).



A criança aprende mais sobre o mundo experimentando-o sozinha.



Nenhuma mãe diria a seu filho pré-escolar: "Deixe essa lagarta aí e volte a estudar seu livro sobre lagartas". Crianças escolarizadas em casa aprendem em contato direto com o mundo. Meu filho diz que estudar em casa é "aprender fazendo em vez de ser ensinado". Ironicamente a objeção mais comum à escolarização domiciliar é que as crianças "são privadas do mundo real".


As crianças precisam e merecem muito tempo de convívio familiar.


O professor Gatto alerta: "Todo o tempo da criança é devorado entre a escola e a televisão. Isso destruiu a família norte-americana" (4). Crianças escolarizadas em casa percebem a união familiar como um dos maiores benefícios dessa vivência. Assim como presenciei o primeiro passo e a primeira palavra de meu filho, também tive a honra de compartilhar seu mundo e suas idéias. Eu aprendi mais sobre a vida, o processo de aprendizado e o amor durante esse anos todos com ele do que poderia ter aprendido de qualquer outra fonte. A escolarização em casa é uma via de mão dupla.



O estresse interfere com o aprendizado.



Einstein escreveu: "É um erro muito grave acreditar que o prazer de observar e pesquisar possa ser desenvolvido pela coerção" (5). Quando uma criança de um ano cai ao tentar aprender a andar, dizemos: "Muito bem! Logo você vai conseguir!" Pais atentos não dizem: "Um bebê da sua idade já deveria estar andando. Vou lhe dar um prazo até sexta-feira".



A maioria dos pais compreende o quanto é difícil para seus filhos aprender alguma coisa quando são empurrados, ameaçados ou quando recebem notas baixas. John Holt alerta que "ficamos com dificuldade ou mesmo impossibilitados de pensar e de fazer as coisas quando estamos com medo ou ansiosos... quando amedrontamos as crianças, bloqueamos totalmente o seu aprendizado" (6).


Enquanto as crianças pequenas nos ensinam muito sobre o processo de aprendizagem, as escolas adotam princípios muito diversos, em função das dificuldades de se ensinar um grande contingente de crianças da mesma idade em um ambiente coercitivo. A estrutura da escola ( freqüência obrigatória, matérias e livros escolhidos pela escola e freqüentes avaliações do desempenho da criança) parte da premissa de que a criança não é um aprendiz nato e precisa ser ensinada à força.



A escolarização em casa, nas palavras de Holt, é uma questão de fé. "A fé que somos por natureza animais aprendizes. As borboletas voam, os peixes nadam e os seres humanos pensam e aprendem. Nós não precisamos motivar a criança a aprender por meio de suborno, adulação e intimidação. Não precisamos continuar tentando esmiuçar suas mentes para nos certificarmos de que estão aprendendo. Tudo de que precisamos é dar às crianças toda a ajuda e orientação de que elas necessitem e que nos solicitem, ouvir atentamente quando elas tiverem vontade de falar e depois deixar-lhes o caminho livre. Podemos confiar que elas farão o restante" (7).






1. N. da T.: Nos Estados Unidos existe a alternativa legal de escolarizar os filhos em casa.

2. John Holt, How Children Learn (New York: Delacorte Press, 1983), p.287.

3. John Gatto, "Why Schools Don't Educate", The Sun, June 1990, p.24

4. Ibid., p.26
5. Albert Einstein, "Autobiographical Notes", in Schilp, Paul Arthur, Albert Einstein: Philosopher-Scientist (Evanston: The Library of Living Philosophers, Volume VII, 1949), pp3-94.

6. Holt, op.cit, p. xi.

7. Ibid., p. 293.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Cartilha para Amamentação

Oie...

Ler essa notícia hoje, me deu uma saudade boa do meu popinho, agarrado em mim igual a um pererequinho querendo mamar.

Mas nem sempre é fácil para todas as mulheres.Outras vezes, a preocupação é estética, outras com o tempo, outras com inexperiência  e nem sempre elas encontram informação e acompanhamento pediátrico de qualidade prá falar sobre esses caminho tão bom e cheio de vantagens que traz a amamentação!
O importante é não desistir,acreditar, paciência,controle aprender a re-ler o tempo, isso tudo faz parte desse início de caminhada em ser Mãe!

Porque como eu sempre digo...ter filho é fácil, ser mãe é que são elas!


A matéria abaixo é interessante, mas um link que eu acho completamente bom prá todas as mães é o :

http://www.amigasdopeito.org.br/

De verdade, se alguma leitora, amiga quiser, pode contar comigo, me escreva que eu tenho milhões de motivos prá contar sobre quão essencial é essa experiência!

beijinhos


Consultora ajuda mães na hora de amamentar


Campanhas de incentivo ao aleitamento materno costumam mostrar mulheres que sorriem tranquilas enquanto alimentam seu bebê. Dezessete dias após dar à luz a filha Larissa, a administradora Yuri Nakagawa consegue se identificar com a cena - o que lhe parecia improvável há menos de uma semana. "Pensava que amamentar era algo natural e intuitivo, como encaixar um plugue na tomada", diz Yuri. "Ainda na maternidade, colocava Larissa no peito e achava que ela estava mamando, até que uma enfermeira disse que ela, na verdade, sugava a própria língua."



Depois de chegar em casa com fissuras nos dois mamilos e passar três noites em claro, chorando de dor a cada mamada e preocupada com a filha que já mostrava sinais de desidratação, Yuri seguiu o conselho de um pediatra e procurou uma consultora de lactação. "Quando ela me disse que com a pega correta não sentiria dor, mesmo com o peito machucado, não acreditei. Primeiro ela se preocupou em alimentar minha filha e, depois, em me ensinar como fazê-lo. Após 40 minutos mamando, Larissa parecia embriagada, pela primeira vez ela estava realmente saciada", conta.



O treinamento continuou por mais de uma semana, até que Yuri se sentisse segura para alimentar a filha. "Fizemos exercícios para ensinar Larissa a posicionar a língua. Tive de aprender a forma certa de segurá-la no colo e de colocar o bico em sua boca. Precisei me familiarizar com os barulhos e movimentos que indicam a pega correta. Não é nada intuitivo", diz.



Dificuldades no início do aleitamento são comuns e a forma como os profissionais de saúde lidam com elas é fundamental para evitar o desmame precoce, afirma Luciano Santiago, da Sociedade Brasileira de Pediatria. "Mas treinar a pega correta, ensinar a mãe a ordenhar são tarefas que demandam um tempo que a maioria dos enfermeiros e pediatras das maternidades não têm", complementa.



A enfermeira Miriam Leal conta que a maior parte dos problemas surge por dificuldades dos bebês. "Alguns não sabem nem procurar o peito. Outros não conseguem coordenar sucção, respiração e deglutição. Às vezes o bebê já nasce atleta, mas a maioria para no meio da mamada por exaustão e acorda com fome uma hora depois. Se a mãe não for bem orientada, tende a achar que seu leite é fraco", diz.



Os serviços de uma especialista em amamentação custam cerca de R$ 200 por consulta. Mas diversas ONGs no País oferecem esse tipo de aconselhamento de forma gratuita. Os bancos de leite humano também costumam ajudar as mulheres que os procuram. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Tomando leeeite?


Sim...Tomando leite desde que completou 01 aninho.
Foi assim que respondi a uma amiga que até então estava acostumada a ver e saber que eu amamentava no peito meu filho até quando ele completou 01 ano de idade...Entre risos ela disse, pensei que ele ia mamar até os 10 anos de tanto que você falava sobre isso - ok,ok, ela é exagerada e eu sempre defendi a amamentação como uma leoa,mesmo...
Mas é que passado o tempo, fui percebendo que o João Carlos (Popinho) estava mais me utilizando de "tetê" a tira-colo do que satisfazendo suas necessidades físicas de leite, após longa e detalhada conversa com o Dr. Douglas, optamos por introduzir o leite de vaca (de vacaaaa?) sim de vaca! Passados 3 meses o Popinho nunca apresentou nenhuma reação ou rejeição...agora aprendeu a ir até a porta da geladeira e dizer DAAAA...quando quer o leitinho antes de dormir!

Conversando e percebendo que nem todas as mães achavam normal dar leite integral e não de fórmula (em pó)Lá fui eu buscar informações e textos para postar aqui e ajudar outras mamães...vamos compartilhar...

Leite...Adorado leitinho...

Quando: Após o primeiro ano de vida.Os leites de vaca,cabra e ovelha têm quantidade excessiva de proteína e sódio,que podem sobrecarregar os rins se inseridos na alimentação antes disso.

Quanto: 3 porções diárias a partir do segundo ano de vida.

Como: 3 copos de 200ml cada.

Risco de obesidade: Nunca, jamais "caprichar" no achocolato ou açúcar.

Vamos aprofundar essa informação?

A recomendação da OMS é que o aleitamento materno seja exclusivo até o 6º mês - e que até o segundo ano seja compartilhado com outros alimentos.Até o primeiro ano caso(raros) a mãe não possa amamentar, o bebê deve receber fórmulas infantis próprias,indicadas pelo pediatra.Depois disso o leite de vaca está liberado. 
Só que nem todo mundo se adapta bem a ele apresentando irritabilidade intestinal.a alternativa mais comum é o leite de cabra ou de búfala.Mas primeiro,é preciso verificar se a intolerância é a proteína do leite ou ao açúcar,chamado lactose.
No primeiro caso, o leite de cabra ou hidrolisado são alternativas, por terem suas proteínas quebradas em cadeias menores.
No segundo caso,o recomendado é o leite de soja.

Sempre vou lembrar aqui, cada caso é um caso...Amamentar é tudo de bom, comprovadamente pela ciência! Mas todo processo deve ser acompanhado por um pediatra, para que as decisões sejam seguras e acertadas para fazer bem para o seu popinho de gente!


Beijinhos com bigode de leite...

onde o google me levou: Wikipedia
imagem: Gel Tutorial

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Por que? Será? Qual o segredo?

Explicando algumas curiosidades adoráveis sobre seu filho



Meu bebê tem um cheiro tão gostoso.Qual o segredo?

Muito simples:nada de suor.As glândulas apócrinas - encontradas nas axilas,mamas e na virilha, e que estão associadas ao odor corporal mais forte - ficam inativas até a puberdade.Outra razão pela qual o SEU bebê tem cheirinho de bebê é porque o cheiro é familiar para você.Cada um de nós tem seu próprio”cheiro impresso”,explicao químico George Preti,que estuda odores humanos no Monell Chemical Senses Center, na Filadélfia(EUA). As mães conseguem reconhecer seus recém nascidos apenas pelo cheiro. Uma possível explicação para esse fenômeno é que o organismo da mãe é exposto a substâncias ligadas ao cheiro do bebê já durante a gestação, pois elas circulam no sangue materno. (MP - sempre digo que queria guardar esse cheirinho em um potinho!)


*Por que o bebê soluça tanto?

Nem os peritos entendem muito bem o porquê dos soluços e o que fazer com eles.O que você precisa saber : eles não são prejudiciais nem causam desconforto para seu bebê (aí eu - MP - Mãe do Popinho , descordo ele ficava nervosinho com os soluços) e passam mais ou menos rapidamente.Em breve ele vai soluçar menos.


Por que bebês chupam o dedo do pé?

Seu bebê aprende tudo sobre o mundo ao redor colocando TUDO na boca:brinquedos,controle remoto,celular,talão de cheques...Por que não o dedo do pé?As terminações nervosas da boca são mais sensíveis do que as dos dedos, e os pequenos podem experimentar sensações muito prazerosas ao chupar partes do corpo,diz Ross Thompson,professor de psicologia da Universidade da California.O fato de muitos bebês de 4 a 5 meses de idade colocarem os pés na boca tem uma explicação simples: Eles são tão flexíveis que conseguem.


Por que meu bebê arranha ou bate na imagem de um livro?

Seu filho está acostumado com o mundo em 3D;por isso, vai tentar pegar o desenho como se ele também tivesse volume,diz Sue Hespos,diretora do Laboratório de Cognição Infantil na Northwestern University,Illinois.Ele - ainda - não sabe o que fazer com uma imagem bidimensional, mas continue com a leitura e se maravilhe ao vê-lo desenvolver outras capacidades (MP - O João,agora com um aninho adora ver livros de figuras, onde encontramos janelinhas para serem aberttas e encontradas outras figurinhas da história, mas todo cuidado é pouco...uma janelinha já passou por restauro ...rsrs).


Por que meu bebê espirra o tempo todo?

Como ele ainda é muito pequeno para assoar o nariz, a única maneira que tem de se livrar do muco, poeira e de outras substâncias irritantes presas no nariz é o espirro,diz Richard Polin,diretor da divisão de neonatologia na Columbia University Medical Center,Nova York.Preocupado que todos aqueles espirros sejam doença? Calma . A menos que seu bebê tenha outros sintomas,como febre ou falta de apetite, não há motivo nenhum para alarme.


Por que meu bebê bate a cabeça nas grades do berço quando ele está tentando dormir?

Por mais estranho que pareça, é só uma maneira de se ninar,diz Tanya Remer Altmann,pediatra em Westlake Village,Califórnia. Estudos mostram que isso ocorre com 15% das crianças saudáveis e é 3 vezes mais comun em meninos.Começa com cerca de 8 meses,mas só 5% fazem isso por mais de alguns meses.Em geral não há motivo para se preocupar, mas se houver dúvidas consulte seu pediatra. (MP - Popinho fez isso dos 8 aos 11meses,e apesar de ser normal eu me preocupava em que ele não se machucasse, sabe como passou? Colocamos ele para dormir na mini-caminha, agora é mais tranquilo esse “momento de auto-ninar” além do que é lindinho ele acordando descendo da caminha e quando menos esperamos ele aparece na sala!)


*Por que o bebê baba tanto?

Os bebês têm um sistema nervoso imaturo e ainda não tem tanto controle motor na boca, diz Eva Colson, professora de Pediatria em Yale University School of Medicine. A babação normalmente diminui até o final do primeiro ano.(MP - Prá essa fase nada melhor do que babadores lindos!)


Porque as unhas dele crescem tão rápido?

Cortar a unha de bebê é uma aflição para mamães e papais de primeira viagem - ou não é? E o pior é que parece que mal as cortou , já é hora de cortar de novo! Não só parece,não...As unhas do bebê crescem 2 vezes mais rápido que as dos adultos.As taxas metabólicas das crianças são mais altas,por isso,as células que compõem as unhas crescem mais rápido,segundo Bernard Cohen,diretor de dermatologia pediátrica no Jonh Hopkins Children’s Center,em Baltimore.


Meu recêm-nascido parece um sapo ao dormir.Oque acontece?

Durante o primeiro ou segundo mês de vida do seu bebê,braços,pernas,cotovelos e joelhos ficam dobrados quando ele dorme,como se ainda tivesse no útero materno.Conforme o sistema nervoso amadurece,suas pernas vão endireitar e ele vai dormir em uma posição mais relaxada,diz o Dr.Polin.(MP - foi assim que o Popinho ganhou seu segundo apelido, dado pela Bisa : Pererequinho, por ficar todo encolhido no meu colinho para dormir...Saudade desses primeiros meses!!!)


*Quando eu amamento meu bebê, ele agarra meus dedos.Por quê?

Esse é um dos jeitos de ele dizer que a ama! A partir dos 3 ou 4 meses,o bebê é capaz de agarrar seus dedos e fará isso sempre que tiver uma chance.ele também adora sua voz.Outra ótma maneira de se ligar ao seu filho é falar ou cantar.Não se preocupe,ele não vai ligar se você desafinar um pouco(MP - Amamentar seu filho até o 6 meses de iadade é o mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde e a amamentação é recomendada, com complementação e introducão de outros alimentos até os 2 anos de idade).


Será que todos os recém-nascidos se assustam tanto quanto o meu?

Seu recém nascido se assusta quando movimentado mais bruscamente ou quando ouve som alto, abrindo os braços e depois fechando? Perfeito! Isso significa que ele está muito bem,obrigada. Todos os bebês saudáveis nascem programados com um reflexo involuntário chamado Relfexo Moro.Portanto, se seu bebê se assustar com o som de uam sirene,por exemplo, ele vai balançar os braços e agarrar a mamãe institivamente.Depois,vai trazer de volta seus braços para o corpo e relaxar. “Os recém nascidos ainda não aprenderam a diferença entre ruídos comuns e os que são razão de preocupação”.Com o tempo,o cérebro aprende a distinguir sons e movimentos e suprime esse reflexo primitivo.


*Por que o bebê adora brncar de esconde-esconde?

Simples:porque é divertido! Além disso,ele passa a entender que as coisas não deixam de existir quando saem do campo de visão dele.Ou seja: mamãe e papai vão mas voltam.Só não adianta brincar antes dos 6 meses, pois ele ainda não é capaz de prestar atenção suficiente para se divetir,diz Dr.Thompson.(MP - Popinho, figurinha adora bricar de esconde-esconde, o lugar que mais damos risada é quando ele se esconde “atrás” de algum vidro e depois coloca o rostinho para o lado para falarmos: Achooouuu...é uma alegria incrível!Acho que brincar d esconde deve ter ajudado muito a ele entender que o Papai vai trabalhar, mas logo volta, porque desde que passamos a encarar essa despedida como brincadeira, nunca mais rolou chorinho!)


Adorei a voltar escrever com essa postagem!Me fez recordar momentos deliciosos com o Popinho!


beijinhos


ps.: Todos os parentesis contendo MP=mãe do Popinho, são comentários pessoais e não fazem parte do texto original escrito por DEBORAH PIKE OLSEN

terça-feira, 31 de março de 2009

Como iniciar a alimentação complementar.

Sugestão para iniciar a alimentação complementar:

Essas são sugestões gerais e não excluem a orientação de um pediatra. A introdução da alimentação deve respeitar as especificidades de cada criança.

Lembre-se sempre:

A introdução dos alimentos deve lenta e gradual.

Tudo é novo para o bebê e no início é normal ele rejeitar alguns alimentos.
Enquanto o bebê estiver ingerindo uma quantidade pequena dos alimentos, mantenha as mamadas habituais.
Cada bebê tem seu ritmo próprio. Ofereça alimentos variados e observe a aceitação. É normal alguns bebês necessitarem de algumas semanas para aceitar a alimentação.

É possível iniciar com papa salgada ou com frutas.


Segue uma orientação para o início com frutas.



1. Frutas:
Iniciar com as frutas, preferencialmente sob a forma de papas utilizando colher. Começar com uma porção e após passar para duas porções diárias. Comece com as frutas da estação e as de consumo habitual da família. Os sucos podem ser usados após a refeição para facilitar a absorção do ferro pelo organismo, nunca ultrapassando 240 ml diários.
Frutas não substituem uma mamada.
Com a introdução da alimentação deve-se oferecer água filtrada ao bebê.

2. Papa salgada:
Assim que o bebê se adaptar as frutas (o tempo varia para cada bebê), iniciar uma refeição salgada. Começar pelo almoço. Na fase de adaptação, complete a refeição com a mamada habitual do bebê.
Cozinhar os alimentos em pouca água. Amassar com o garfo e separando por tipo de alimento para que a criança prove os sabores. Não é necessário usar a peneira e o liquidificador.

O ovo pode ser introduzido, cozido ou “pochê” após o 7. mês de vida. Inicialmente somente a gema, após 1 ano acrescentar a clara. Atualmente a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda o uso do ovo inteiro, sempre cozido, a partir do 6º mês (quando houver casos de processos alérgicos alimentares na família, a introdução deve ser indicada pelo médico ou nutricionista).

Lembre-se: uma alimentação variada é uma alimentação colorida.

  • Planejamento da Papa Salgada

A papa salgada deve preparada seguindo a proporção de cada grupo de alimento. Para cada três partes do alimento base (cereal, raiz ou tubérculo), colocar uma parte de alimento proteíco (origem animal), 1 de origem vegetal (leguminosas) e uma parte dos outros alimentos (hortaliças), misturados a uma colher de chá (3ml) de azeite. Usar temperos naturais (alho, cebola, salsinha, cebolinha, tomate e nenhum ou muito pouco sal.

Iniciar a papa oferecendo pouca quantidade; aumentar gradativamente até atingir, em média, 15 a 20 colheres de sopa ( 100-120g da papa ). Muito importante não forçar a alimentação, respeitar o tempo de adaptação aos novos alimentos, às preferências e ao volume que a criança deseja consumir, isto permite a regulação do apetite e saciedade. A alimentação deve ser oferecida sem pressa até a criança ficar saciada.

A partir do 7º ao 8º mês a papa salgada pode ser introduzida no jantar. Com 8 meses a criança já pode comer alguns alimentos da família, sempre bem cozidos, amassados e sem temperos artificiais. A sua consistência deve evoluir para a mesma consistência da família até os 12 meses de vida, incluindo hortaliças cruas em pequenos pedaços como: tomate, alface, pepino, cenoura, etc.

Alimentos inadequados à criança:

Frutas com adição de açúcar, bebidas à base de soja em substituição ao leite, temperos prontos, enlatados e embutidos, massas prontas, refrigerantes e sucos artificiais, frituras, balas.
Evitar também frutas que retém muito agrotóxico, como mamão papaia e morango.
Leia o rótulo dos alimentos infantis antes de comprá-los para evitar oferecer à criança alimentos que contenham aditivos e conservantes artificiais.
No primeiro ano de vida o mel não deve ser usado pelo risco de botulismo.


Dicas para uma alimentação saudável! - a partir dos 6 meses de vida!

A alimentação complementar deve ser iniciada a partir dos seis meses de vida, salvo em situações especiais e sob orientação do pediatra. 

Veja os 10 passos para a alimentação complementar saudável
(guia alimentar para crianças menores de 2 anos/MS/OMS)

1- No início da alimentação complementar, os alimentos oferecidos à criança devem ser preparados especialmente para ela. Os alimentos devem ser bem cozidos. Nesse cozimento deve sobrar pouca água na panela, ou seja, os alimentos devem ser cozidos apenas em água suficiente para amaciá-los.

2- Ao colocar os alimentos no prato, amasse-os bem com o garfo e a consistência deverá ter o aspecto pastoso (papa/purê). Não há necessidade de passar pela peneira e nem bater no liquidificador.

3-A partir dos 8 meses, podem ser oferecidos os mesmos alimentos preparados para a família, desde que amassados, desfiados, picados ou cortados em pedaços pequenos.

4-Sopas e comidas ralas/moles não fornecem energia suficiente para a criança.

5-Deve-se evitar o uso da mamadeira, pois a mesma pode atrapalhar a amamentação e é a principal fonte de contaminação e transmissão de doenças.

6-Recomenda-se o uso de copinhos para oferecer água ou outros líquidos; dar os alimentos semi-sólidos e sólidos com prato e com colher.

Lembre-se sempre:
A introdução dos alimentos deve lenta e gradual.